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então...

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temos aí 4 meses desde que minha vida mudou...mudou para melhor. mas, de uma forma bem decepcionante pra mim, ainda me pego pensando em como alguém pode fazer tudo o que fez comigo, sabe? eu juro que não queria mais pensar nisso...queria nem lembrar. mas - quase sempre - que vejo algum filme de romance e vejo aquele casal legal, lindo, sorridente, dançando felizes eu penso que éramos assim. por que alguém destruiria isso? certeza que eu nunca vou saber nem entender. o que me resta é pegar esses momentos em que fico duvidando se fui realmente uma boa namorada, uma boa amiga, companheira, confidente e acreditar que fiz o melhor que pude com as experiencias que eu tinha vivido até ali. que talvez eu estivesse me dedicando tanto para a pessoa errada. o famoso "entregar pérolas aos porcos". e que o melhor que eu posso fazer é me dedicar a mim e quem sabe um dia encontrar alguém que saiba valorizar o que eu posso entregar quando estou amando alguém. pq eu não amo pouco. não sei ama...

mas quem sou?

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  Então, por onde começar? Estou realmente surpresa com esse meu recomeço. Descobrir que tenho certas coragens me assusta. Não no sentido de arrependimento, mas de estranhamento mesmo... como se eu me olhasse de fora e pensasse: oxe, desde quando eu faço isso? Fico com um pé atrás comigo mesma, sabe? É como se, depois de agir, eu me perguntasse: “Como foi que eu cheguei até aqui?” “O que está saindo de mim?” E, ainda assim, o que posso dizer é que estou gostando. Estou com medo de mim, mas estou feliz com o que estou vendo. Feliz depois de fazer, depois de viver, depois de perceber que algo em mim se moveu sem pedir licença. A surpresa vem sempre depois da ação, nunca antes. Tenho aprendido que sempre existe uma nova primeira vez para alguma coisa. E eu estou vivendo essas primeiras vezes: existindo com mais presença, sentindo com mais atenção, sorrindo sem tanto cálculo, dançando mesmo sem saber exatamente os passos. Tenho experimentado sensações novas, e isso muda tudo. É muit...

começando.

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  Eu sei que ninguém mais lê blogs. Talvez por isso mesmo eu queira escrevê-lo. Os pensamentos ficam na minha cabeça, ruminando, ruminando… Acho interessante deixá-los aqui para a posteridade. Ou, quem sabe, alguém leia e se identifique. No ano passado, em novembro, os planos do meu futuro foram retirados de mim. E eu sofri. Não escrevo para causar piedade em quem lê. Escrevo sobre isso apenas para externalizar. Diante do desmoronamento de todos os meus planos futuros, eu me vi assim: livre. O que fazer? Que decisões tomar? Agora eu posso fazer qualquer coisa que eu queira. Mas ali, diante de todas as possibilidades, percebi que eu não sabia o que queria. Qual é a minha cor favorita? Qual o meu cheiro favorito? Qual o meu sabor favorito? Eu gosto mais do dia ou da noite? Quero virar astronauta agora? Ou quero me tornar a melhor advogada da Bahia? O que eu quero para mim? Só para mim e, de forma bem egoísta, o que me faz bem? É nessa jornada que eu estou (novamente). Quem...